Seja um gestor de tráfego bem pago — sem captar mais clientes, sem adicionar novos serviços
Nesse vídeo você vai descobrir como provar, em reais, o resultado que você já entrega. E vai poder cobrar pelo valor do seu trabalho, não pelo preço do mercado.
O cliente não te contrata pra entregar leads, mas pra gerar lucro
Você apresenta Leads, CPL e ROAS, mas o cliente avalia margem, lucro e caixa.
Sem traduzir o resultado do tráfego em resultado financeiro, seu trabalho parece só operacional — mesmo quando gera resultado.
Essas NFs mostram algumas renegociações da minha equipe que geraram pelo menos 50% de aumento na remuneração:
Esses aumentos não vieram de entregas extras, mas de deixar claro o resultado gerado.
Pra quem é
Pro gestor de tráfego que já sabe operar, mas quer ser percebido como estrategista.
- Quer se diferenciar sem empilhar novos serviços
- Sente que cobra pouco pelo resultado que entrega
- Não tem embasamento para sugerir aumento de verba
- Quer negociar fee com números, não com opinião
- Quer conversar de igual pra igual com o cliente
Essa diferenciação não vem das métricas do gerenciador, mas de entender as métricas depois dele.
5 etapas das finanças do tráfego
Um método que mostra pro cliente quanto suas campanhas geram de lucro no caixa — e é isso que sustenta cobrar mais, sem trabalhar mais.
A cada etapa você se torna mais estratégico, mais consultivo, mais valorizado.
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Origem
Quais vendas vieram do tráfego
Identificar a origem das vendas pra descobrir quanto custou adquirir cada cliente.
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Retorno
Quanto faturou pra cada R$ 1 investido
Mensurar o retorno financeiro do tráfego pra descobrir quanto cada real investido gerou de receita.
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Lucro
Quanto o tráfego deixou no caixa
Analisar margens e taxas do cliente + despesas relacionadas ao tráfego pra descobrir o resultado real.
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Limites
Até quanto pode pagar por resultado
Descobrir o CPA máximo com base na margem, taxas comerciais, despesas e recorrência de cada cliente. ROAS mínimo ou limites de CPL e CAC.
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Escala
Quando escalar ou reduzir a verba
CPA dentro dos limites → escale CPA acima do limite → otimize antes
Essa clareza é a diferença entre o gestor que é considerado um operador do que é considerado um consultor estratégico pro cliente.
Você recebe mais que conteúdo
Um agente de IA, planilhas prontas e sessão de dúvidas comigo.
Na maioria dos casos, o que vi não foi tráfego ruim — foi gestor com medo de investir mais em um tráfego que já estava pronto. Não faltava resultado, mas clareza dos números pra ter confiança de cobrar mais.
Método Tráfego Bem Pago
Comprove o impacto financeiro do seu trabalho e cobre por valor, não por preço.
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Acesso vitalício • Início imediato • 100% online
Com quem você vai aprender
Tiago Fagundes — Consultor e gestor de tráfego pago
Atuo com tráfego pago há mais de 12 anos, muitos dos quais como coordenador, treinando gestores de tráfego e atuando em renegociações de remuneração variável e aumento de mensalidade.
Trabalhei diretamente em empresas como V4 Company, Academia Lendár[IA], Romance Moda, Grupo Monte Sião, Digital Results, Divina Terra, Face Doctor e uma centena de outros negócios de diferentes portes e segmentos. Ajudei clientes de diversos nichos a faturarem dezenas de milhões de reais.
Perguntas frequentes
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As métricas da plataforma (CTR, CPC, ROAS, CPM) medem a campanha. As métricas de negócio (CAC, LTV, margem, lucro) medem se a campanha está fazendo o cliente ganhar dinheiro — que é o que ele de fato te contrata pra entregar. O Tráfego Bem Pago conecta as duas coisas: você sai do "minha campanha teve ROAS 4" para "sua empresa lucrou X reais com esse investimento". É aí que você deixa de ser executor e vira peça estratégica.
Sim. Dominar as métricas da plataforma é o que quase todo gestor já sabe — por isso elas não te diferenciam mais. O que separa o gestor estratégico é saber ler o negócio por trás dos números: quanto o cliente pode pagar por venda, qual a margem real, quando a campanha está dando lucro e quando está só queimando caixa. É essa leitura que o produto te dá.
Serve, e talvez seja ainda mais valioso pra você. Aprender cedo a falar a língua do negócio (e não só a do gerenciador) faz você cobrar melhor e ser levado a sério antes mesmo de ter um portfólio grande. Você só precisa saber o básico de criar e rodar uma campanha.
Não. As contas são simples — soma, multiplicação e porcentagem — e tudo é ensinado passo a passo. A proposta é justamente tirar o medo dos números, não criar mais um.
Sim. Os indicadores de negócio são universais — todo negócio tem custo de aquisição, ticket, margem e lucro. O que muda é onde você busca cada número. O método mostra como adaptar a leitura pra cada modelo.
Cliente não troca de gestor por causa de ROAS — ele troca quando não enxerga o resultado no caixa dele. Quando você mostra, em reais, o lucro que gerou, você vira parceiro, não custo. Isso sustenta preço maior, reduz cancelamento e te dá segurança pra negociar performance, porque você enxerga o jogo todo.
Isso é comum, e o produto trata disso diretamente. Você aprende quais números pedir, como pedir de um jeito que o cliente entenda o porquê, e como estimar os indicadores quando ele não tem os dados na ponta do lápis. Conduzir essa conversa já é, sozinho, um diferencial que poucos gestores têm.
É prático. Além das aulas, você recebe as planilhas pra aplicar direto nas contas que já gerencia, sem precisar montar do zero.
O conteúdo é gravado, com acesso vitalício, e você assiste no seu ritmo, de qualquer lugar.
Sim. Você tem 15 dias de garantia incondicional. Se dentro desse prazo achar que não é pra você, devolvemos 100% do valor, sem burocracia.
Dá. Na prática, a maioria dos pequenos negócios não tem os números na ponta do lápis — e o método considera isso. Você aprende quais perguntas fazer pra reconstruir os dados que importam (ticket médio, custo do produto, taxa de fechamento) mesmo quando o cliente não usa planilha nenhuma. O agente de IA ajuda nisso: ele conduz a conversa e vai calculando junto com você.
Esse medo é comum — e quase nunca se confirma. O que o cliente não valoriza é mais um relatório com métricas de campanha. O que ele valoriza é alguém que chega com "você investiu X, gerou Y de faturamento e Z de lucro, e o próximo passo é esse". Quando você apresenta assim, você deixa de ser um custo e vira parte do negócio. Retenção e preço maior são consequência natural disso.